|
|
Quinta-feira, Agosto 07, 2008

Sekhem 8:27 PM
Jamais saberei...
Quinta-feira, Julho 17, 2008
Incrível, mas essa é a primeira atualização (de fato) no ano. Eu estava relendo alguns posts antigos e, para variar, fiquei com a impressão de desaprendi a escrever. Antigamente eu vinha aqui frequentemente, escrevia minhas besteiras, as vezes até com alguma propriedade, inclusive.
Hoje esse blogue fica abandonado, cheio de teias de aranha, ridiculamente esquecido.
Eu já prometi voltar a ecsrever mais frequetemente. Então não prometerei. Mas voltarei a escrever sim!
Sekhem 5:48 PM
Jamais saberei...
Quinta-feira, Abril 17, 2008

Sekhem 10:05 PM
Jamais saberei...
Domingo, Dezembro 16, 2007
Cala a Boca!
Do outro lado do mundo veio o tapa na cara que muitos brasileiros queriam ter dado em território nacional. Infelizmente dado por um europeu.
Estou falando da vitória do italiano Milan sobre o argentino Boca Juniors, na final do Mundial Interclubes de futebol. E foi algo de respeito: 4 a 2, com direito a deslize da zaga milanesa, pois era para ter sido 4 a 1.
Embora muitos brasileiros defendam a torcida pelo Boca Juniors, pois trata-se do representante sul-americano, é impossível conter um largo sorriso ao ver que o arrogante clube mais poderoso da rival Argentina tenha levado um passeio tão grande de um clube que está mal em seu país, e que conta com oito brasileiros em seu plantel.
Tudo soa ainda mais divertido quando a gente lembra das comerações que os "hermanos" fizeram depois da partida fracassada que o Milan havia feito conta o Urawa Red Diamonds, do Japão, quando venceu por mero um gol a zero. "Já ganhamos", dizia aquela comemoração.
Ganhou um time europeu? Sim, e daí? O que importa é que o Boca Juniors foi passear, e se perdeu no caminho.
Sekhem 9:33 PM
Jamais saberei...
Segunda-feira, Novembro 26, 2007
De novo! De novo!
Não, esse não é um post sobre a Famílila Dinossauro (embora esse seja um assunto bem legal; nota mental: assunto para post futuro).
Esse é um post para reclamações exageradas sobre a porcaria do fórum que frequento. O único fórum que consigo frequentar na porcaria da internet toda. FOC!
Quando me cadastrei no foquin fórum, nunca pensei que iria adiante. Mas não, não só participei ativamente (ganhando aqueles famigerados rankings que as pessoas adoram colecionar por aí - argh), como fiz amigos, adquiri conhecimento e passei a tratar o bagulho como uma espécie de clube onde eu encontrava os amigos e via as novidades. Tipo o Clube do Inferno, mas sem os poderes...
Mas o foquin fórum foi atacado por um hacker daqueles que deve ter a mãe trabalhando a noite. Daquelas que trabalham não por grana, mas por prazer, conseguindo aí algum dinheiro. Nada mais digno diriam uns, já que é por dinheiro E por prazer... Enfim, é um foquin bastardo, o hacker.
O fato é que daí mudamos para um outro. Novo cadastro, novos ajustes em assinaturas, salas, e o ranking de mensagens zerado (teve gente dando chilique...). E, não foi uma surpresa quando, dias depois, anunciaram um NOVO fórum. OU seja, mas ajustes, salas, novos zeros e mais gente dando chilique por causa disso...
Uma hora eles acertaram. Abriram definitivamente o foquin fórum novo e, de repente, não é que a porcaria do bagulho exibe a mensagem "This Account Has Been Suspended. Please contact the billing/support department as soon as possible", e nos impede de entrar na bagaça???
Mas é o fim da picada. A porcaria das pessoas que mantém essa porcaria de fórum deveriam ter o mínimo de decência em fazer uma droga de serviço que fosse, no mínimo, digno de ser lembrado para a posteridade. Mas aaaaaaahhhhh não. Para que qualidade???
Como diria o sábio black metaller: "veri fuquin xit".
Sekhem 10:00 PM
Jamais saberei...
Domingo, Outubro 14, 2007
Frase true da semana
"Eu não tenho visto ninguém melhor do que eu, então porque devo parar?", Lemmy, do Motörhead.
E não é verdade?
Sekhem 1:06 PM
Jamais saberei...
Segunda-feira, Setembro 17, 2007
Fozzy
Sabe o que o Kenny G disse ao sair do elevador?
"Baita sonzeira, hem?"
Waca waca waca
Sekhem 8:43 PM
Jamais saberei...
Domingo, Setembro 16, 2007
0,30
Quando a fase é boa, qualquer besteira é digna de nota. Vejam o parágrafo abaixo, tirado de um renomado site de notícias esportivas:
Já os jogadores do São Paulo tiveram reações diferentes com o fim da invencibilidade na competição nacional. “Ficamos tristes, mas acontece, temos que levantar a cabeça e continuar”, comentou o jovem zagueiro Breno, autor de um golaço contra o Santos.
A invencibilidade do texto aí, na verdade, não é referente a uma sequência de vitórias, e sim uma sequência de jogos sem tomar gol. Uma sequência de dez partidas seguidas sem levar um único golzinho. E o time do jovem zagueiro Breno, que está triste por ter sofrido um gol, é o São Paulo, time que lidera o Campeonato Brasileiro com (hoje) 12 pontos de vantagem em cima do segundo colocado, e apenas 8 gols sofridos em 26 jogos. Com o gol sofrido no jogo desse sábado, a média de gols tomados do Tricolor sobre de 0,28 para 0,30.
Não é uma tristeza?
Sekhem 12:37 AM
Jamais saberei...
Quinta-feira, Setembro 13, 2007
Nightwish who?
Todo blogueiro que gosta de heavy metal um dia acaba tocando no assunto Nightwish. Não porque a qualidade da banda exige tal coisa, mas sim porque rende muito papo! E eis que cá estou eu, pronto para escrever sobre a divisão entre banda e a vocalista, Tarja Turunen.
Resumo rápido: Tarja foi expulsa do Nightwish pelo líder, tecladista e principal compositor, Tuomas Holopainen, devido a divergências de comprometimento com a banda. Nas entrelinhas a gente entende o que aconteceu de fato, e que a mulher foi convidada a se retirar porque fazia (muito) mais sucesso que seus quatro parceiros de tour. O Nightwish foi obrigado a ir atrás de outra vocalista, igualmente carismática, bonita e, sobretudo, com qualidade. Demorou, mas enfim eles anunciaram Anette Blyckert (ex-Disdain) para o posto, que de fato é bonita, parece ser carismática e, dizem, canta bem.
Já Tarja parecia que viveria da fama que adquiriu, lançando álbuns caça-níqueis voltados a outro tipo de público. No entanto, eis que a mulher reaparece com um álbum novo e uma nova banda que é, no mínimo, digna de nota! My Winter Storm, o CD, saiu agora no início de setembro e a banda que se apresentará nos shows acompanhando a mulher tem, nada mais que Mike Terrana na bateria e Doug Wimbish no baixo!
Não vou nem comentar os outros músicos, pois a simples menção de uma dupla como Terrana e Wimbish é algo estarrecedor. Quem é leitor desse blogue sabe que o Terrana é um cara citado aqui várias e várias vezes, por isso não há a a necessidade de enaltecer suas qualidades como baterista.
Já Doug Wimbish é o baixista de uma das bandas mais criativas e técnicas hoje em atividade, o Living Colour. Trata-se de um músico diferenciado, com uma gama de influências e trabalhos que o coloca como referência no instrumento. Normalmente um músico que não seria vinculado ao heavy metal (ainda mais com Tarja no vocal), e sim ao jazz, fusion, funk ou world music.
Enfim, nessa hora a gente tem que perguntar. Nightwish??
Sekhem 10:25 PM
Jamais saberei...
Quarta-feira, Setembro 12, 2007
Saraivar
Uns anos atrás, num desses programas "humorísticos" da Globo, surgiu um tipinho típico cuja "graça" vinha da grosseria. Era o Saraiva. Eu não fazia parte da casta de telespectadores que mantinha o programa com alta audiência, visto que o tal passava sábado a noite, um horário que só combina com televisão se vc já tiver passado das quatro décadas de vida (e, ainda assim, com ressalvas). Não, sábado a noite era o início do processo de desestresse. Mas o quadro fez sucesso suficiente para eu me inteirar do assunto.
Enfim, o tal Saraiva mantinha seu quadro humorístico rebatendo perguntas idiotas com respostas grosseiras e mal-educadas. Algo até engraçado, se vc nota que a pergunta é realmente idiota, e se quem está recebendo a resposta é outra pessoa, e não a gente. O quadro hoje não deve existir mais, já que o ator que interpretava o estressado, Francisco Milani, faleceu em 2005.
Esse tipo de abordagem, inclusive, já foi utilizado em diversos outros tipos de humor, incluindo aí, por exemplo, a finada MAD.
Mas o fato é que de lá pra cá minha área de atuação mudou drasticamente, embora eu continue a não assistir ao tal programa, mesmo sábado a noite já não seja mais sábado a noite. Da área de informação eu pulei para a área de balcão de informação. Não exatamente isso, mas exatamente isso, se é que dá para entender... Não dá. Enfim, hoje trabalho atendendo ao público e, como mediador entre povo e empresa, meu serviço é tentar trabalhar para e pela empresa. Por isso, não importa o cliente que apareça em minha frente, pelo menos uma informação básica (como um "suba a escada", ou um "não é aqui" ocasional) eu devo fornecer ao cidadão.
Nessas horas costumo lembrar do tal tipinho. Pelo menos 75% das pessoas, quando já de posse da informação que precisa, costuma acrescentar uma nova pergunta que faz o tal Saraiva encarnar no funcionário e tentar, a todo custo, responder como deveria.
- Oi, aqui dentro tem banheiro?
- Sim, a senhora pode pedir ao guarda que ele leva a senhora até lá.
- Tenho que pedir para o guarda então?
[Saraiva mode on] - Não, senhora, pode parar ao lado dele e rosnar um pouco que ele deve entender. [Saraiva mode off]
* * *
- Bom dia, onde encontro o Fulano?
- No andar de cima, senhor.
- Tenho que subir a escada?
[Saraiva mode on] - Não, senhor. Basta gritar que ele provavelmente deve ouvir daqui de baixo. Afinal, só há concreto entre os dois pisos. [Saraiva mode off]
* * *
- Quais documentos preciso para conseguir o Processo A?
- O senhor precisa trazer originais e cópias de CPF, RG e comprovante de residência.
- Tenho que trazer cópia?
[Saraiva mode on] - Não, eu falei porque tenho compulsão por dizer coisas erradas.
- Comprovante de residência tem que ser de onde eu moro?
- Não, pode ser de onde o senhor NÃO mora. [Saraiva mode off]
É algo estressante, se me permitem dizer. Pode ser engraçado na TV, mas é extremamente cansativo na vida real.
VINHETA
OFF: Após Jamais saberás, vejam Humano Obsoleto!!!
PLIM-PLIM
Sekhem 9:23 PM
Jamais saberei...
Sábado, Setembro 08, 2007
Sentido na falta de sentido
Ontem ouvi uma inflamada crítica a um desenho animado. Um desenho que, no geral, não me agrada. No entanto, não pude fugir de defendê-lo, já que a crítica em questão não fazia sentido. Curiosamente, a tal crítica dizia que o desenho "não fazia sentido".
O desenho em questão é Dragon Ball Z, criado por Akira Toryama, uma espécie de Buda dos mangás e animes, no Japão. No mundo criado por Toryama, seres humanos "normais" convivem normalmente com seres com cabeça de cachorro, porcos falantes e outros tipos de criaturas bizarras. Tudo, com certeza, um absurdo, mas perfeitamente coerente num mundo onde a falta de coerência é, de fato, coerente.
Deixando de lado a falta de qualidade do enredo em alguns trechos realmente grandes da série animada, o que Toryama fez em DBZ não é nem um pouco diferente do que outros artistas (por acaso ocidentais) fizeram em suas obras, e que nunca são qualificadas como "sem sentido".
No mundo de Tolkien, hobbits convivem com anões (não seres pequenos, mas seres pequenos de barbas gigantes e humor duvidoso), elfos, fantasmas, árvores falantes, espíritos da floresta e, curiosamente, alguns humanos. C. S. Lewis fez o mesmo com seu mundo de Narnia, onde Jesus encarna um leão mitológico e seu rebanho é composto de animais falantes, onde humanos ou são invasores, ou são visitantes. Mais contemporâneo, nada do que Toryama fez é diferente do que Walt Disney criou, com seu rato falante e seus amigos sem calça, seus cachorros sem parâmetros definidos (Pateta fala; Pluto não fala) e tudo que a sua indústria produziu, e produz, até hoje. Pode-se incluir aí Hanna Barbera tbém, e todo cast animado da Warner e outras produtoras.
Enfim, DBZ não é um desenho animado de qualidade acima de qualquer suspeita, como o é um A Bela e a Fera, ou um Pernalonga, adorados pela Academia, por exemplo. Mas está longe de "não fazer sentido". Aliás, não entender o sentido de DBZ é atestar uma certa falta de clareza de raciocínio, pois o sentido da série é, realmente, muito, muito simples.
Sekhem 1:36 PM
Jamais saberei...
Terça-feira, Setembro 04, 2007
A K7 de 46 Minutos
Direto de um dos lagos gelados da Finlândia, através de barco, avião, trem e, finalmente, a motinho amarela do serviço brasileiro de correspondência, JP recebeu a fita. Uma fita K7, 46 minutos, BASF, claramente utilizada mais de uma vez.
Não importava. Depois de meses em conversas diárias com Jaapi, a (possivelmente) garota dos seus sonhos, JP recebia a primeira gravação da banda da menina, ainda na fase de escolha de nomes, embora Ocean Tears sempre surgisse nas conversas como a melhor opção.
"Uma fita K7...", pensava ele, e seus olhos se enchiam de lágrimas de orgulho. Orgulho pela entrega de corpo e alma daquela que ele (possivelmente) amava. Aquele artefato significava não só a confirmação da intimidade e a cumplicidade de Jaapi para com JP, mas também era uma constatação de que a face true da menina não era mero papo de net.
Com a fita em mãos, JP saiu em busca, pela casa, de um rádio qualquer em que pudesse ouvir o material ali gravado. Hoje em dia, com tanta tecnologia, atitudes totalmente true, como a de registrar suas primeiras composições em fita K7, se mostram também um exercício de saudosismo e de arqueologia.
No quarto dos fundos, onde a empregada passa a roupa da família, JP encontrou o aparelho. Um radinho bem mixuruca, Sanyo, desgastado pelo uso e sem o redial, que não estava e nunca estaria à altura de reproduzir aquela fita. Mas, como a urgência ardia nas têmporas, foi o eleito.
Trancado no quarto, com luzes apagadas, janelas e cortinas fechadas para abafar o som mundano vindo da rua, e fita recebeu o seu play da vida. Coração de JP marcando como dois bumbos a serviço do death metal.
De cara ele não conseguiu reconhecer o que estava realmente acontecendo. O chiado atrapalhava um pouco, mas logo ele notou; claro, um teclado. "Bem true essa introdução", pensou ele.
O som ia melhorando aos pouquinhos, mas ainda era difícil ouvir todos os instrumentos. "Aquilo de som grave era o baixo? Ou era o vocalista?" A guitarra de Jaapi, no entanto, soava bem definida, linda, cristalina, totalmente consciente de sua parte na música.
A bateria estava muito esquisita. Não gostou do timbre exótico que o drummer assumiu na gravação. E o som do hi-hat estava grotesco. Entretanto, nunca admitiria isso para Jaapi.
A primeira música acabou. Chiado. Algumas falas em finlandês depois, outra introdução de teclado. Esse era realmente um teclado, tinha certeza. Bateria melhorou muito com os pratos sendo utilizados. Mas o baixo não estava aparecendo, e a guitarra de Jaapi estava bem definida, linda, cristalina, totalmente consciente de sua parte, e importância, na música. O refrão fez o coração de JP bater mais forte.
Duas músicas e volta o chiado, para preencher todo o lado A da fitinha. No lado B não havia nada gravado. Pouco, mas tudo para JP. Tinha certeza de que, quando encontrasse a garota online novamente, poderia expressar todo o seu orgulho e admiração por aquele trabalho tão verdadeiro e emocionante.
A noite, conectou na web e encontrou a garota online. O papo, muito true, digitado em fonte cavernosa:
- Recebi a fita!
- Que bom, fico feliz. Desculpe por mandar em fita K7. Não sabíamos se no seu país seria fácil de conseguir um CD-player.
- Não... eu...
- Eu e o pessoal morremos de vergonha dessa gravação. É horrível. No início da gravação dá para ouvir um carro de som passando na rua que fica parecendo um teclado mal gravado.
- Bem... eu achei...
- Combinamos de nunca mais fazer nada tão medíocre. Na próxima vez faremos em estúdio, daí você poderá ouvir o nosso som de verdade. Nada daquela porcaria mal gravada.
- É, mas eu...
- Bom, tenho que sair agora. Meu namorado e eu assistiremos o show da Britney Spears na TV. Ela é demais. O Children of Bodom, não sei se você conhece (eles são bem famosos aqui no primeiro mundo), já até gravou uma música dela!
Sekhem 7:40 PM
Jamais saberei...
Segunda-feira, Setembro 03, 2007
Saudosismo útil
Dizem que pensar e desejar o passado é uma espécie de retrocesso. Se chegou até aqui, deve ir adiante, pensam os mais extremos.
Mas no passado eu era mais magro, tinha melhor forma física, comia melhor e não ficava horas e horas pensando até conseguir escrever alguma coisa aqui nesse blogue.
Convenhamos, voltar ao passado seria um retrocesso? De verdade?
Sekhem 7:13 PM
Jamais saberei...
Domingo, Setembro 02, 2007
O tal post da origem...
Nunca ninguém perguntou, mas eu vou contar assim mesmo. Mas vou dar uma romanceada para ficar uma leitura menos chata.
Duas da madrugada. Voltando do serviço desatento; TAXI apagado no alto do carro, mas bandeira indicando "temos vagas". E o gordo se joga na frente do carro fazendo sinal. O motorista nota a bandeira levantada, pensa no inconveniente, mas abre a porta para o cidadão, que entra cambaleando e se joga no banco de trás.
- Para onde, amigo?
- Jamais saberás!!!
Sekhem 8:23 PM
Jamais saberei...
Segunda-feira, Agosto 13, 2007

Sekhem 6:28 PM
Jamais saberei...
|