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Jamais saberás!!!!!!! |
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Unicamente e exclusivamente singular e original. Somente um blog besta...
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Segunda-feira, Agosto 25, 2003
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2:33 AM
by Sekhem
Parada Jamais Saberás SaudosistaOuvindo Disconnected Part 2, do Fates WarningPois é, mais uma edição da minha Parada Jamais Saberás. E desta vez uma parada temática! Tudo porque no meio da semana estava conversando com meu caro amigo Revortado sobre uma banda dos meus primórdios no heavy metal. E acabei ficando com vontade de ouvir aqueles álbuns. Com isso foi inevitável a sensação de saudosismo que me abateu. Por isso fui atrás daquelas músicas que marcaram esse período. Estas não são as únicas que mereciam figuarar aqui, mas grande parte delas serve mesmo para representar o álbum, ou até mesmo a banda responsável pelo meu gosto hoje. E notem como naquela época eu realmente tendia para o lado melódico da coisa. The Grande Change (Elegy) - Esta música é a primeira do primeiro álbum do Elegy. Lembro-me perfeitamente quando entrei na locadora de cds daqui (na época a única) e ouvi a voz do cara. Na hora pensei: "Kiske". Mas não. Tratava-se do álbum Labyrinth Of Dreams, dos holandeses do Elegy, cujo vocalista chamave-se Edouard Houvinga (acho). Lógico que foi o cd que aluguei naquela ocasião. E gostei bastante da banda, principalmente porque na época era o som que eu ouvia. Praticamente o único. E não consigo entender o porque desta banda aqui não ter crescido como as outras similares! O som tem tudo aquilo que um fã de melódico ou prog tem. E neste cd a coisa é bem Helloween. Enfim, coisas do mercado fonográfico. We Got The Right (Helloween) - Bom, se eu citei o Helloween acima teria, quase que obrigatoriamente, que colocar uma música deles aqui. E justo do Michael Kiske. Eu ouvi essa música até cansar a uns nove anos atrás. É do clássico Keepers Of The Seven Keys Part II. Dificilmente alguém conseguirá atingir o nível que esta banda atingiu neste cd. E olha que desde aquela época tem gente tentando! Too Good To Be True (Motörhead) - Uma vez um amigo meu e eu, também a uns nove anos atrás, passamos em frente a uma loja de cds, que hoje nem existe mais, e ouvimos um som muito legal. Entramos para ver o que era e lá estava o March Or Die, do Motörhead. O cara da loja foi gente boa e nos mostrou outras músicas e eu adorei tudo. Era o cd que eu queria. Não consegui comprar, mas aluguei na locadora e destruí a fita que gravei de tanto ouvir. O sonho de comprar o cd ainda durou muitos anos, e somente no meu último ano de faculdade foi que eu o achei baratinho. Está destruído, mas é um dos que mais ouço. Lemmy é deus! Evil Warning(Angra) - Os brasileiros do Angra tiveram grande participação na minha entrada para o heavy metal. Um amigo, o mesmo que estava comigo na loja no dia do Motörhead, alugou o Angels Cry, primeiro deles, e foi ouvir em casa, pois o cara ainda não tinha um cd-player. O cd acabou ficando para eu devolver e, no intervalo de tempo, acabei ouvindo e gravei algumas músicas. Gostei e foi o primeiro cd de metal da minha coleção. Hoje a banda não é mais tão relevante para mim, mas ainda gosto muito desse álbum. Lifting Shadows Of A Dream (Dream Theater) - Quando o álbum Awake foi lançcado, mais ou menos na mesma época do Angels Cry, do Angra, o dono da locadora o colocou para locação. Aquele amigo do Motörhead (sempre ele) loucou-o, junto com o Angra, inclusive, e levou em casa naquela mesma situação. Eu não curti muito o cd, mas fiquei com essa música na cabeça por muito tempo. Tanto que foi uma das únicas que gravei. Mas, conforme meu gosto foi evoluindo, acabei locando o cd novamente e passei a gostar por inteiro. Tanto que minha música preferida do cd nem é esta. Mas é a que melhor representa aquela época. Defender (Manowar) - Tive o azar de conhecer o Manowar pelo álbum mais fraco deles. Mas isso acabou sendo proveitoso, pois acho que isso me impediu de ser um dos "immortals" do "exército" deles. O álbum Fighting The World é dito o mais leve da carreira do Manowar e o que tem as músicas mais comerciais. E é verdade. Mas Defender é legal, bem ao estilo tradicionalzão deles. Hoje posso dizer que já ouvi quase tudo desta banda e, a despeito da postura falsa que eles mantém, gosto de sua música. Rebellion In Dreamland (Gamma Ray) - Esta foi a música que me fez dizer: "o Kai Hansen é fodão e a Gamma Ray é a minha banda preferida". Tive sorte de conhecer o som deles por dois álbuns legais, e o Land Of The Free logo se tornou meu preferido entre todos os que eu já havia ouvido até então. Melhor que Helloween, melhor que Elegy, melhor que Motörhead. Naquela época eu nem sabia dizer o que era um vocal bom e achava tudo muito perfeito. Tinha até participação do Kiske e do Hansi Kursh, do Blind Guardian! Aos poucos pude conhecer tudo o que o Gamma Ray havia e viria a gravar e, apesar de ter descoberto bandas mais interessantes, cada lançamento deles é conferido com muita expectativa de minha parte. Ouvindo Coast To Coast, do Mob Rules Quinta-feira, Agosto 21, 2003
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1:57 AM
by Sekhem
ExtermínioEu assisti a esse filme hoje. E foi meio por acaso. Minha namorada e eu paramos diante do cinema, onde iríamos assistir à terceira parte do filme que nunca deveria ter tido uma segunda, O Exterminador do Futuro, quando por fim entramos para ver o Extermínio, uma vez que o outro ficaria pelo menos mais uma semana em cartaz.Eu admito que não sabia nada sobre o filme. Sabia apenas que o diretor era o Danny Boyle, responsável por dirigir Ewan McGreggor e Robert Carlyle no ótimo Transpotting, mas também o causador de A Praia, com o Leonardo "Deveria ter sido garçom" Di Caprio. E acabei saindo do cinema com a satisfação de quem se divertiu. Aliás, diversão é uma palavra estranha para ser aliada a esse filme. O clima é tenso, e não há nada de bonito em toda a duração. O sentimento de claustrofobia, mesmo ao livre, é o que impera na história, e acaba sendo reforçada pela edição e pela boa fotografia. Não vou entrar em detalhes da história em si, mas basta dizer que tudo gira em torno de um cara que acorda depois de um uns dias apagado por causa de um acidente e se vê em um caos urbano que tomou conta da Inglaterra. Ruas desertas e corpos espalhados para todos os lados. Enfim, filmão. Gostei bastante. Quarta-feira, Agosto 20, 2003
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5:01 PM
by Sekhem
Mais um poseurEstava eu lendo uma conceituada revista brasileira especializada em heavy metal quando me deparei com uma daquelas pérolas da hipocrisia.Mas em primeiro lugar vou criticar a banda em si. Por que raios os músicos de uma banda italiana têm que ter pseudônimos nórdicos??? Mas por que raios um Giovani Tarantela se mete a se autobatizar de Olaf Heinlein??? É claro que estou usando nomes fictícios aqui, mas essa é uma prática comum entre os grupos daquele país. Agora vem a parte realmente podre. Na entrevista, o vocalista da banda, que executa o tal black metal sinfônico (que em breve terá outro significado. MP, temos que rever isso!!!), diz que as mudanças são necessárias, mas que nunca se deve diminuir o peso. Ele conta que em seu último álbum as guitarras estão mais "na cara", ao invés do teclado, e critica, de certa forma, as bandas que vão diminuindo o peso em sua música. Então, por que... Por que??? Por que raios Reroute To Remain estava em segundo lugar entre os cinco preferidos do cidadão??? Eu não consigo compreender... Terça-feira, Agosto 19, 2003
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11:29 AM
by Sekhem
O tempo passa...O dia está chegando, após sete anos. Aquele dia. Estarei preparado para quando ele chegar? Sim, estarei preparado. A pergunta que não cala é: "estarei para os dias seguintes a ele?". Pergunto, pois não devo estar aparentando isso. Cada pessoa que toma conhecimento do fato acaba ou me questionando se é isso mesmo que quero ou então diz para eu não cometer tamanha insanidade. Esses últimos tomo como meros comentários jocosos, mas os outros devem enxergar alguma coisa em mim que os faz pensar que têm que fazer a pergunta.Mas o que mais deveria estar preocupado sou eu. Afinal, o que vai acontecer nunca esteve nos meus planos antes dos 28 anos, pelo menos. E ainda estou a mais de mil dias dessa meta. Mas o fato é que tenho estado estressado, cansado, nervoso com todos os problemas que me aparecem, coisa que normalmente não me atingiria de tal forma. E mesmo assim, tenho estado satisfeito e contente com o que virá pela frente. Aos que estão lendo isso já aviso. Não me cobrem atualizações. Não tenho tido ânimo para tal. Me aparecem diversos assuntos na cabeça, coisas que eu realmente gostaria de colocar aqui ao meu modo. Mas minha concentração está perdida em algum lugar entre a pintura e o telefone, ou entre as passagens e a mudança. Ou seja, difícil de achar. Só a encontrarei quando as coisas estiverem ajeitadas em seus devidos lugares. Entretanto, conforme sentir que consigo, voltarei a escrever minhas besteiras aqui. E como diria o sábio Falcão: "vou-me embora desta terra, let's go negrada. Se um dia eu me der bem, é o mesmo que nada..." Domingo, Agosto 17, 2003
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1:27 AM
by Sekhem
Eis a Parada Jamais SaberásOuvindo Hellraiser, do MotörheadDevo confessar que foi difícil escolher as sete músicas que marcaram minha semana. Mas não quer dizer que não ouvi nada esses dias. Muito pelo contrário. Só que o sono imperou em algumas noites, e acabei nem prestando a atenção necessária em algumas coisas. Algumas foram fáceis, entretanto. Ei-las: Oasis (Enchant) - Ultimamente tenho ouvido bastante prog. Nem é pelo fato de estar gostando mais, pois acredito ser pura coincidência. Só que a Enchant é meio diferente, e faz algo meio Rush. Oasis é do primeiro álbum deles, A Blueprint Of The World, que foi por onde conheci a banda. Mr. Recordman (Ugly Kid Joe) - Tá, tá. Vão me perguntar o porque de eu colocar isso aqui. Mas gosto desta banda. A Ugly Kid Joe foi uma das poucas coisas legais que surgiram nos EUA no início dos anos 90, onde o grunge imperava a tirava os contratos das mãos de qualquer outra banda de outro tipo de rock. Época podre... Symbols Of Time (Ivanhoe) - Eu ja critiquei muito essa banda. E principalmente por causa do vocalista, extremamente irritante. Mas qual não foi minha surpresa ao me reencontrar com o cara, de nome Andy B. Franck, cantando em duas outras ótimas bandas e com um estilo mais apropriado à sua voz. Hoje o cara é um dos meus preferidos e, reescutando as coisas da Ivanhoe, tenho que dar o braço a torcer. O som era legal sim. Mas que bom que acabou, pois sem ela no caminho o cara acabou na Symphorce e Brainstorm. Cash On Delivery (Spinal Tap) - A banda fictícia mais legal do mundo!! Haha. A Spinal Tap (existe uma trema sobre o "n" que meu teclado se recusa a colocar) foi criada para um documentário falso sobre o retorno à ativa de uma grande banda de hard rock e heavy metal. O filme é ridículo, e por isso mesmo é muito legal. E depois do sucesso da película a banda continuou. Cash On Delivery é a mais legal. Cat Scratch Fever (Motörhead) - Não podia deixar essa parada sem uma cover. E, desta vez, vem na voz tosca do Lemmy. Se bem que a original do Ted Nugent também não é lá essas coisas. Enfim, Lemmy is God! E esta versão aqui ficou infinitamente superior à original. Gasoline Dream (Overkill) - Semana passada a Overkill já esteve aqui e eu não tinha intenção de repetir bandas. Mas essa música aqui não podia ficar de fora. Gasoline Dream é muito, muito legal. Junto com Where It Hurts (que esteve aqui semana passada) fazem do W.F.O. um álbum a ser comprado. Winds Of Creation (Decapitated) - Eu estava carente de ouvir um som como esse. E na verdade minha idéia era ir atrás de algumas coisas mais clássicas, e não bandas novas. Mas enfim, meu intento meio que fracassou e tive que recorrer aos poloneses do Decapitated. Death metal quebradão, muito pesado e rápido. Legal pacas! Terça-feira, Agosto 12, 2003
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1:55 AM
by Sekhem
Neologismos modernosEu sinceramente não tinha uma opinião formada acerca dos neologismos que a internet trouxe na bagagem. Acredito, e aceito, que a informática seja uma criadora de termos, principalmente porque normalmente a língua mãe da tecnologia é o inglês, e nós não temos que ficar utilizando outra língua para tudo. Por isso verbos novos como encodar, ripar, etc, já eram esperados, pois acabamos aportuguesando tudo mesmo.No entanto, a internet está criando palavras horrorosas. E uma delas é a causadora deste post. Uata foc is ruleia??? É um verbo? Vem de rules??? Vem de rula??? Vem de que esta porcaria?????? E o mais engraçado é que já tenho notado o uso desta pequena e singular peça de absurdo potencial cafona no linguajar rotineiro de pessoas que frequentam a www, incluindo aí amigos meus. Mas enfim, são os novos ditames oferecidos pelo modo de vida moderno e tenho que acatá-los, pois não sou nenhum anacrônico. No entanto, jamais me verão utilizá-lo. E farei um apêndice. Abomino as carinhas!!!! Segunda-feira, Agosto 11, 2003
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1:14 AM
by Sekhem
Mais uma Parada Jamais Saberás!!!Ouvindo Glorified Suicide, do EidolonDepois de uma semana sumido, eis que me reencontro com a página de posts do blogger. E para fazer aquilo que faço melhor. Falar besteira. No caso, escrever. Mas enfim, hoje é dia de Parada Jamais Saberás, e cá estou eu, com as sete músicas da semana. Algumas coisas são titulares, outras aparecem por um motivo específico, mas algumas são apenas porque eu realmente ouvi demais durante esses dias. E já posso me adiantar aos que vão dizer: Não sou poseur!!! hehe. Lá vai: Do Not Ressucitate (Testament) - Falar o que dessa música aqui? Nada, só bangear. É tudo o que ela exige. Impossível ouvir e ficar com o pescoço intacto. Dave Lombardo destruindo tudo o que vem pela frente. Que música, que música. Isso aqui ao vivo deve ser um absurdo. Eu a ouvi com meu caro amigo Revortado, no sábado. Cloud Connected (In Flames) - Por esta aqui já me chamariam de poseur mas, enfim, esperem e confiem! Eu ganhei o Reroute To Remain esta semana. Nada mais justo que tacar aqui uma música do álbum. Mas é uma infelicidade ouvir aquilo que é o resultado da decadência do In Flames. Quando ouvi o Whoracle uns cinco anos atrás eu pensei: "esta é a banda". Hoje em dia, quando penso em In Flames logo me vem o nome Lars à cabeça... Play Minstrell Play (Blackmore's Night) - Quando Ritchie Blackmore montou essa banda ao lado de sua esposa, Candice Night, eu logo imaginei que viria alguma coisa interessante. E de fato. O primeiro álbum, Shadow Of The Moon, foi muito bem aceito e mostrou uma proposta nova do ex-guitarrista do Deep Purple. Esta faixa é a melhor do trabalho e conta com Ian Anderson, do Jethro Tull, que faz um duelo de flauta x violão com Ritchie que vale o cd inteiro. Nothin' But A Good Time (Poison) - Não sou poseur!!! Mas esta música é legal. Estava eu aqui, ouvindo Posion com minha namorada, dizendo o quanto as músicas da banda parecem trilha sonora daqueles filmes de escolas americanas. Banda de atitude essa, se é que vocês me entendem... Where It Hurts (Overkill) - Essas guitarras são absurdamente pesadas. E que música legal. O som do Overkill foi o que me colocou dentro do thrash metal. O álbum W.F.O. me foi emprestado com a advertência de que eu iria ficar fã da banda. Não chegou a tanto, mas admito que o Overkill é muito da hora. O baixo dessa música é outra coisa absurda! Exist To Exit (Arch Enemy) - Sobrevivente da era do macarena metal, o Arch Enemy também mudou. Mas ao invés do In Flames e do Soilwork, que inventaram de afrescalhar, o Arch Enemy escalou uma mulher no vocal e deixou a coisa muito mais agressiva. Esta faixa aqui é do novo álbum, que está muito próximo do thrash metal. E que música pesada, cadenciada, do tipo que gosto mesmo. Para bangear em shows. Rough An'ready (Whitesnake) - Para terminar, uma com o vocal preciso e característico de David Coverdale. O cara canta, é verdade. Esta é uma música mais rock'n'roll, que gosto bastante e tenho ouvido durante minhas horas na net. Legal, legal. E ainda serve como homenagem ao meu caro colega do We Rock, que já até comentou sobre o Whitesnake em seu blog. Domingo, Agosto 03, 2003
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12:50 AM
by Sekhem
Parada Jamais Saberás!!!Ouvindo Sabre Dance, do SkycladNo arrrrrr, a segunda edição da Parada Jamais Saberás! Vou recapitular. Como ouço música muitas horas por dia, resolvi fazer esta lista das músicas que mais ouvi durante a semana. Desta vez nada de bizarro como Jason Moran e Gwyneth Paltrow!! The Wrong Song (Skyclad) - Esta música é legal. Aliás, nada que o Skyclad faz fica ruim, mas esta música do Irrational Anthems é o cúmulo. Ela é diferente. Não sei ao certo se é uma cover, mas é bastante diversa do que a banda costuma gravar. Hard To Handle (The Black Crowes) - Essa sim é uma cover. Não sei quem gravou originalmente, mas não é possível que a versão seja melhor que esta. Música muito, muito legal mesmo. Ouvi centenas de vezes esta semana. Rock bastante básico. Dançante, até. The One You Love To Hate (Halford) - Esta é da volta do Metal God à música, ou seja, largando o techno. O cd Resurrection nem é tão legal assim, mas esta faixa, em que ele divide os vocais com o Bruce Dickinson, é muito legal. Fine With Me (Everon) - A Everon é uma banda ainda desconhecida. Eles tiveram seus últimos três cds lançados no Brasil, mas ninguém deve ouví-los. Uma pena, pois eles fazem uma mistura legal de Rush, Shadow Gallery e Dream Theater. Fine With Me é uma música alegre e que gruda na cabeça. Tem umas guitarras legais. Warlord (Manowar) - Depois do Metal God, os Kings Of Metal!! Esta aqui é do Into Glory Ride, uma dos primeiros álbuns da banda. O primeiro, inclusive, em que eles saíram vestidos de Conan na capa, hehe. Ridículo. Mas a música é legal. Far Off Grace ( Vanden Plas) - Outro prog na lista. Gosto desta música. Ela é na linha daquilo que se convenciona chamar de prog, mas tem detalhes interessantes, e uma guitarra bastante pesada. Próximo daquilo que o Dream Theater fez no Awake. Follow The Hollow (Soilwork) - Mais uma banda de macarena metal que resolveu ficar fresca. Já não bastava o In Flames. Enfim, esta música aqui é legal. Tá no Natural Born Chaos. Bastante peso e as melodias tradicionais do estilo. O ruim é o teclado, que tem uns timbres horrorosos. Podia ser melhor. Sexta-feira, Agosto 01, 2003
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1:42 AM
by Sekhem
A um passo do stressPois é. Estou assim. O cansaço é enorme. Posso dividir o cansaço em três estágios: cansaço, muito cansaço e cansaço excessivo. Não considero o pouco cansaço, pois normalmente esse não me incomoda.O cansaço pode ser notado em mim por pequenos detalhes, aumentando conforme o estágio de cansaço em que me enconrto. Atualmente todos os detalhes notados em mim são aqueles que entram no último estágio. Vou citar um que me preocupou, visto que trata-se de uma coisa simples e que meu raciocínio simplesmente deixou passar e que, depois, não conseguia recuperar seu lugar. Tenho lido alguns mangás. Desses vendidos em banca. O fato é que a revistinha é lida de trás para a frente. Até aí nada problemático. Entretanto, ontem, lendo um livro bastante ocidental, fui virar a página e não consegui entender o que estava acontecendo. A história estava retrocedendo. Não fazia sentido. Mas enfim... Uma hora a luz na minha cabeça se acendeu e eu notei a besteira. Estou podre...
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