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  Segunda-feira, Agosto 23, 2004

Novo faster...
Alguém, por favor, tire As I Am da minha cabeça!!! Já estou ficando perturbado...
Sekhem 2:38 PM
Jamais saberei...
  Quinta-feira, Agosto 19, 2004
Alta Fidelidade
Em um site vi que a classificação por gênero de Alta Fidelidade (High Fidelity) é comedia romântica. Discordo em partes, visto que achei o filme amargurado demais para ser comédia, e incorreto demais para ser romântico. Até há certas inserções dos dois gêneros no longa, mas eu classificaria de outra maneira, embora não me ocorra nada no momento.
Mas a verdade é que o filme de Stephen Frears é ótimo. A estória de Rob Gordon, dono de uma loja decadente de discos, e excêntrico de carteirinha (metódico também me ocorre neste caso), me atingiu de tal maneira que ainda estou meio deslumbrado com certas similaridades entre personagens e pessoas que conheço.
Rob é vivido por John Cusack (ator excepcional, um dos meus preferidos). E, nos papéis secundários, desfila uma quantidade grande de atores de renome, entre eles Tim Robbins e Lili Taylor.
É difícil comentar algo sobre o enredo. Mas posso citar aqui que o trio de amigos formado por Rob, Barry (um Jack Black surpreendente) e Dick (Todd Louiso) é extremamente semelhante à MP, e talvez por isso eu tenha gostado tanto do filme. E é fato notório que assistir ao filme me jogou em uma grande maré de saudosismo.
Entrou na minha lista de preferidos.
Sekhem 5:32 PM
Jamais saberei...
  Quarta-feira, Agosto 11, 2004
Papo poseur versão 2004
Dando continuidade na série iniciada, creio eu, em 2003, mais um papo poseur, protagonizado por poços-caldenses incautos.
Desta vez eu estive presente e ativo, uma vez que o que foi dito, foi dito a mim. Um colega das aulas de inglês queria entender o porquê de eu abominar Slipknot. E, dentre todos os argumentos que ele utilizou, o que mais se encaixa no conceito do papo poseur foi: "O baterista da banda é o melhor do mundo".
Eu não conseguia acreditar que ele havia dito isso para mim. Para mim! Ele realmente não tinha conhecimento do pântano em que estava se metendo. Justo eu, discípulo de Mike Terrana.
Bom, como castigo o rapaz teve que ouvir muito sobre o trabalho de Terrana, desde sua passagem pelo Beau Nasty, até chegar ao dias gloriosos de Rage, lembrando sempre de seu trabalho solo fusion.
Mas me impressiona como a moda impulsiona os jovens na direção do que é produzido para ser consumido em larga escala. Dias antes, o mesmo cara estava interessado em conhecer sons diferentes. Chegou mesmo a comentar que estava ouvindo Nightwish e Dimmu Borgir (tá, não são bons exemplos, mas são menos comerciais) e pediu algum material emprestado de coisas semelhantes. E eu o apresentei aos finlandeses do Amorphis, uma das bandas mais criativas que já existiu.
Um mês depois ele me aparece com Slipknot e o melhor baterista do mundo? Sinceramente, eu odeio essa massificação. Onde está o reconhecimento aos Saschas Paeths do mundo?
Sekhem 2:06 PM
Jamais saberei...